Diante do atual cenário econômico do Brasil, temos que admitir, que a situação econômica de várias entidades se encontram em situação difícil.

Acompanhamos com pesar as notícias das “pedaladas fiscais” da União Federal, bem como a instituição da contabilidade criativa, que visa demonstrar superávits inexistentes.

Esta não será a primeira crise econômica que vivemos, existiram outras de gravidades profundas, lembro ainda, dos tempos de inflação galopante, onde tivemos um princípio econômico e contábil, genuinamente nacional, que era a correção monetária.

Antigamente os contadores, utilizavam-se de fichas de controle de correção monetária dos balanços, atualizando os valores que se alteravam diariamente por causa da descontrolada inflação, que parecia ser uma causa sem solução aparente.

Atualmente em diversos fechamentos mensais de balanços, temos percebido, uma alta alavancagem financeira, que demonstra o capital de giro de terceiros, no caso de bancos, que são as entidades que mais aproveitam os momentos de crise financeira e econômica, pois invariavelmente a demanda por sua mercadoria aumenta, e, como princípio básico da lei da oferta e da procura, quanto mais procuram meu produto, mais posso cobrar por ele.

Portanto, notamos um aumento excessivo no pagamento dos juros remuneratórios as entidades financeiras, que provavelmente esse ano, novamente terão lucros recordes.

Por outro lado, as notícias da receita federal, mostra o ostracismo que a economia caminhou, com os aumentos nos custos públicos, quer sejam em tarifas, em serviços básicos, dentre outras medias do dito “ajuste fiscal”, a arrecadação de tributos da União Federal literalmente despencou.

Esse cenário era de se esperar, os tributos diretos, decorrentes do lucro, sumiram, os tributos indiretos sobre o consumo, também, gerando um pessimismo deslavado no empresariado nacional.

O ajuste fiscal proposto pela União Federal, parte da premissa errônea de aumentos de tributos, sem qualquer menção de corte de despesas correntes da União, que aliás no ano de 2015 tiveram aumento, se comparados com o ano de 2014.

Portanto, o exemplo não parte de cima, não houve extinção de quaisquer dos 39 ministérios, não houve corte dos cargos de confiança, houve apenas tão e simplesmente aumento de tributos, e, cortes nos benefícios de trabalhadores, veja, o auxilio doença, pensão por morte, e, seguro desemprego.

Qual o papel do contador nessa crise?

Creio que deva ser de otimismo, o profissional contábil pode ser a solução para os tempos difíceis, tomando atitudes proativas, e, corajosas, saindo de sua zona de conforto, pois, infelizmente muitos ainda não sugerem reestruturações por comodidade, ou as vezes por excesso de preenchimentos de obrigações acessórias ao fisco.

Muitas vezes debato com os colegas, que não alteram o sistema tributário de uma empresa, “pois ela está no Simples Nacional”. Ora, esse sistema não é, e, nunca será a sétima maravilha do mundo, depende de vários fatores, números de empregados, do anexo que está enquadrado, se a empresa está tendo lucro ou prejuízo, enfim vários fatores que só podem ser analisados, com um bom e velho balanço patrimonial em mãos, e, com os gestores do negócio, que prospectarão a arvore de decisão para futuro.

Nesse caso, nós profissionais não podemos ter medo, de oferecer um lucro real, para uma empresa que esteja no simples nacional, ou a inversão do lucro real, para o lucro presumido, e, vice-versa.

Qual a posição da JJR nessa crise?

Fomos afetados com a malfada crise econômica, tivemos que renegociar alguns honorários em inadimplência, e, claro, também tivemos um aumento, nos atrasos de pagamentos das mesmas.

Independente disso, sofremos também com a alta de juros, a hiper capitalização das instituições financeiras, aumento dos preços públicos, enfim, assim como todos não ficamos imunes ao ocorrido no País.

Mas, acreditamos que sairemos dessa crise mais fortalecidos, mais fortes, e, dispostos a acertar nos novos rumos que tomaremos, como medidas, aumentamos a destinação de reserva de lucros para reinvestimento no próprio escritório, diminuindo, consequentemente, a distribuição dos lucros aos sócios. Este que pela própria situação econômica foi forçosamente diminuído.

Pontualmente, estamos empenhando esforços e recursos tecnológicos, reestruturando completamente o nosso site, inserindo diversas funcionalidades, visando facilitar a comunicação com nossos clientes.

Deixaremos disponível aos nossos clientes, diversas funcionalidades, tais como balanços patrimoniais, contratos sociais, diversos tipos de declarações, folha de pagamento, tributos etc, onde o cliente, poderá acessar no momento e na hora que quiser.

Implantamos ainda outras ferramentas de integração entre os sistemas de gestão das empresas, interligando-as diretamente ao nosso software contábil, a necessidade de intervenção, todos processos estão automatizados.

Estamos em fase final de aperfeiçoamento dos “mailing list”, das novidades tributárias, contamos com as maiores e melhores consultorias tributárias do país, além de corpo jurídico altamente qualificado.

Por fim, estamos investindo em treinamento de nossos funcionários, onde semanalmente, oferecemos cursos on-line, de empresas certificadas, e, credenciadas junto ao Conselho Federal de Contabilidade, para que possamos nos atualizar.

Este é nosso jeito, e, maneira de encarar esta crise, acreditamos que temos um papel fundamental e relevante nas atividades da empresa, traçando o rumo, debatendo vertentes para diminuirmos o impacto que a situação macroeconômica do País está causando.

Acreditamos fielmente, que assim, poderemos sair fortalecidos, e mais experientes dessa situação, levando como lema, que o sucesso de sua empresa, é nosso maior patrimônio.

Vemos nesta crise a oportunidade de fazer a sua empresa crescer, juntos solidificarmos uma parceria, isto é, empreendedorismo.

Agende sua reunião, venha fazer parte de nosso time.

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